Ex-primeiro-ministro português avisou que "a janela de oportunidade para agirmos e evitarmos impactos irreversíveis sobre a humanidade e a natureza está a fechar-se rapidamente", durante a 30.ª Conferência das Nações Unidas sobre Alterações Climáticas.
"Simplesmente não estamos a agir com a rapidez necessária", esclareceu a investigadora Clea Schumer, assegurando que os esforços para transitar para energias renováveis ainda são insuficientes.
De acordo com o relatório anual do Estado do Clima de Moçambique, este aumento fica "muito próximo ao limiar" de 1,5 graus centígrados estabelecido pelo Acordo de Paris.
A CIDSE publica uma carta aberta, neste Dia Mundial da Justiça Social. A Fé e Cooperação, signatária do documento por Portugal, alerta para o "aumento alarmante da pobreza" no mundo.
O presidente do Conselho Europeu disse que a UE está empenhada em "todos os compromissos internacionais", incluindo as decisões para debelar as alterações climáticas e as desigualdades.
Francisco Ferreira diz que "não deu ainda para perceber o contraste entre aquilo que é a promoção dos veículos elétricos, da parte de Musk, com a visão que Trump defende de uma cada vez maior exploração de petróleo e gás natural".
O Parlamento Europeu considera que a carta "deixou de ser compatível" com os objetivos climáticos da UE no âmbito do Pacto Ecológico Europeu e do Acordo de Paris.