Os dados representam uma evolução crescente no número de pessoas apoiadas desde 2020. Em comparação com 2024, em que foram acompanhadas 16.630 vítimas, registou-se um crescimento de 11,5%.
O chip que prometia "zero segredos" nas relações, com partilha de localização por GPS, sincronização de passwords e indicação de contactos por perto é, afinal, uma campanha de sensibilização para a violência no namoro.
A acompanhar o aumento do registo de crimes, também se verificou uma subida no número de denúncias de conteúdos ilegais online. Aumentou 70% homólogos em 2025, para 1747.
A faixa etária mais representativa, à data do primeiro contacto com a APAV, foi a dos 11 aos 14 anos. Do lado dos agressores, a maioria era do sexo masculino.
Inquiridos em barómetro da APAV colocam a criminalidade violenta como a principal ameaça à segurança do país, mas os dados oficiais dizem que o crime que mais acontece é a violência doméstica.
Os inquiridos pelo estudo da Associação de Apoio à Vítima colocam a criminalidade violenta como a principal ameaça à segurança do país, apesar dos dados oficiais apresentarem a violência doméstica como o crime mais reportado.
A Confap defende a criação, a nível nacional, de gabinetes especializados no combate a comportamentos agressivos e ao bullying, uma medida já solicitada ao Ministério da Educação.