Quinta-feira, 15 de outubro de 2020
Maria Teresa Frazão
No fim deste dia, em que fizemos memória da Tua discípula Teresa de Ávila, quero lembrar e relembrar o seu jeito de ser e tomá-lo como vida que me assinala o rumo.
Quero ter presente a sua coragem, a sua resiliência, essa proximidade, capaz até de nos falar da dor das noites de fé e de outras noites, experiências que também temos e calamos.
Nestes dias em que cresce o empobrecimento,
marcados pela diminuição de rendimentos com o desemprego e a pobreza a aumentar,
nestes dias em que vivemos com menos e precisamos de partilhar mais,
nestes dias de cansaço e inquietação,
sejam também nossas as palavras de Teresa,
firme sopro de Esperança:
«Nada temas,
nada te perturbe.
Tudo passa.
A paciência tudo alcança.
A quem tem Deus nada falta.
Só Deus basta!»









