Sexta-feira, 01 de outubro de 2021
• D. António Couto
Entrámos hoje em outubro, um mês dedicado à causa da evangelização. Nada melhor para o fazer do que evocar hoje, com a Igreja inteira, a memória de Santa Teresinha de Lisieux, popularmente conhecida como Santa Teresinha do Menino Jesus, aclamada como Virgem e Doutora da Igreja e Padroeira Universal das Missões. Santa Teresinha viveu apenas 24 anos, tendo nascido em 2 de janeiro de 1873, ocorrendo a sua morte em 30 de setembro de 1897. Entrou no Convento das Carmelitas de Lisieux aos 15 anos, com autorização expressa do Papa Leão XIII. A sua maneira de viver foi sempre o amor vivido nas coisas mais pequenas e humildes do dia-a-dia, na simplicidade, dedicação, oração e total confiança em Deus. O seu legado é o “Pequeno Caminho” ou a “Infância Espiritual”, como quem apanha um alfinete do chão. Tinha um coração do tamanho do mundo, e vivia ardentemente a paixão de salvar a humanidade inteira. Não admira, por isso, que sem nunca ter saído de casa ou do convento, tivesse sido declarada “Padroeira Universal das Missões”, em 1927, pelo Papa Pio XI, que já a tinha beatificado em 1923 e canonizado em 1925. O Papa S. João Paulo II declarou-a, em 1997, “Doutora da Igreja”. “No coração da Igreja, minha Mãe, eu serei o amor, eu serei o amor”. Como esta música faz falta nos dias de hoje. Os seus pais, Luís e Zélia, foram beatificados em 2008 e canonizados em 2015, caso único na história da Igreja.
Santa Teresinha do Menino Jesus, roga por nós e ensina-nos o teu Pequeno Caminho.
D. António Couto








