Sexta-Feira, 7 de julho
• Isabel Figueiredo
Bom dia!
Não esqueço a sua voz firme quando dizia aos netos: “o dia só tinha valido a pena, quando chegava à cama, tão cansada que sentia todos os ossos…” Era uma mulher de trabalho, que tratava da casa, ia para o campo todas as manhãs, cozinhava, voltava à horta. Tinha criado os filhos, ajudava os vizinhos como podia. Na verdade, trabalhava desde que se levantava até à hora de dormir.
É sempre bom recordar vidas concretas de homens e mulheres que marcaram a nossa vida, pela forma como nos souberam transmitir o valor do trabalho que sustenta, liberta, dignifica. E os mais novos precisam de conhecer estas histórias de pais, avós e bisavós que deram as suas vidas pelos seus. Trabalhar também é rezar.












