Quem nos viu e quem nos vê
Portugueses ganharam 10 anos de esperança de vida em 40 anos
• André Rodrigues , Beatriz Martel Garcia (sonorização)
Há 40 anos, Portugal gastava pouco mais de 7% do PIB em saúde. Agora, são 10% e o país ganhou no acesso, na prevenção e na longevidade.
No ano em que Portugal assinou o tratado de adesão à CEE, a esperança média de vida em Portugal era de 73 anos.
Estávamos em 1985 e o sistema de saúde estava em processo de evolução.
Quatro décadas depois, os portugueses podem esperar viver quase mais 10 anos em relação a 1985.
Há vários fatores que explicam este aumento: melhor acesso a cuidados de saúde, diminuição das doenças infeciosas, avanços na prevenção e tratamento de doenças crónicas. E nada disto seria possível sem fundos estruturais para investir em saúde.
A redução da taxa da mortalidade infantil faz de Portugal o melhor exemplo da Europa.
De acordo com o Eurostat, antes da integração europeia, Portugal gastava pouco mais de 7% do seu Produto Interno Bruto em saúde.
Agora são 10%. Parece uma variação escassa, mas Portugal é consistente e está na linha da frente dos países que mais investem em saúde.
Parece tudo conversa sobre números, mas tem uma consequência prática na vida das pessoas: apesar das dificuldades, o SNS deve parte do seu desenvolvimento à Europa. E tornou-se mais acessível a todos.







