20 jan, 2026 • Sérgio Costa
A Google atualizou a política de controlo parental da aplicação "Family Link".
Trata-se da ferramenta com que os pais podem acompanhar e orientar o acesso das crianças conteúdos digitais.
O Explicador Renascença esclarece.
A partir de agora, os menores só podem desativar a supervisão da sua atividade na internet com a aprovação dos pais ou encarregados de educação.
Lançada em março de 2017, esta plataforma permite que os tutores associem a sua conta Google à dos mais pequenos. O objetivo é poder ajudar os mais novos a criar "hábitos digitais saudáveis e positivos".
Uma ferramenta que seria desativada automaticamente aos 13 anos. A partir de agora, só com a autorização dos pais é que será desligada
Esta atualização surge depois de pais e defensores dos direitos das crianças reclamarem que, no 13.º aniversário, a criança já tinha, de um dia para o outro, autonomia para desligar todas as configurações de segurança definidas.
Assim, a nova regra vai permitir controlar diretamente as "apps" do universo Google, como, por exemplo, o YouTube.
A partir de agora, com a alteração de regras, os tutores vão também poder encurtar o tempo de "scroll" nos vídeos curtos, os "Shorts".
Sim. Os tutores podem ainda criar diferentes modos de utilização do YouTube consoante a rotina ou atividade do dia.
Ou seja, definir os tempos consoante seja tempo para dormir, fazer uma pausa ou estudar, por exemplo.
E a forma de controlo será idêntica para uma adolescente?
Não. Vai ser possível criar uma conta infantil e alternar facilmente durante o dia para garantir uma experiência de visualização adequada e apropriada à idade da criança, neste caso no Youtube.
As restantes funcionalidades continuam. É possível bloquear sites e definir o tempo em que apps estão disponíveis.