Novas Crónicas da Idade Mídia
O que se escreve e o que se diz nos jornais, na rádio, na televisão e nas redes sociais. E como se diz. Eduardo Oliveira e Silva, Luís Marinho, Luís Marques e Rui Pêgo são quatro jornalistas com passado, mas sempre presentes, olham para as notícias, das manchetes às mais escondidas, e refletem sobre a informação a que temos direito. Todas as semanas, leem, ouvem, veem… E não podem ignorar. Um programa Renascença para ouvir todos os domingos, às 12h, ou a partir de quinta-feira em podcast.
A+ / A-
Arquivo
​As sondagens mentem? Às vezes, pecam

Novas Crónicas da Idade Mídia

​As sondagens mentem? Às vezes, pecam

08 jan, 2026 • Eduardo Oliveira e Silva, Luís Marinho, Luís Marques e Rui Pêgo


No arranque da campanha oficial para as presidenciais, “As Novas Crónicas da Idade Mídia” recebem Luís Paixão Martins, consultor de comunicação, publicamente reconhecido pela sua atividade no estudo e definição de modelos de comunicação, também na área política. Com assinalável sucesso, de resto.

Quanto valem os debates? A “campanha de rua”, devido à ressonância mediática que produz, tem uma importância relevante no processo de mobilização das populações para o voto e ajuda a convencer “diletantes”.

A tracking poll da Pitagórica para a TVI/CNN mostra António José Seguro à frente e Marques Mendes em 5º lugar, embora separados por diferenças dentro da margem de erro, o que permite a este conjunto de candidatos aspirar à segunda volta. O que mudou na campanha do concorrente socialista? Estaremos perante o resultado do impacto das notícias sobre Marques Mendes e Gouveia e Melo?

De toda a maneira, a sondagem da Católica para o Expresso (voto em urna) dá resultados diferentes. As sondagens mentem? Na teoria dos blocos eleitorais – transacional, ideológico e indignado – qual será o comportamento dos dois últimos no domingo, 18?

As sondagens mentem? Às vezes, pecam
As sondagens mentem? Às vezes, pecam

O raid norte-americano a Caracas e o sequestro de Nicolás Maduro confirmaram a anunciada nova ordem. O primado da Lei, o direito internacional, valem pouco. Está aí o regresso do imperialismo, com uma nova divisão do Mundo, imposta, outra vez, pela lei do mais forte. O sec. XIX, no início do sex. XXI.

Luís Paixão Martins, numa breve avaliação sobre a comunicação de Trump, desde o início deste mandato, considera que o presidente norte-americano transformou a “Casa Branca num set de televisão”, onde produz regularmente um “reality show”.

Tenham um bom Ano Novo. Com Esperança.

Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.