O presidente da Associação de Municípios diz que não tem posição coincidente com Luís Montenegro, mas respeita a decisão de não tratar da regionalização nesta legislatura. PS diz que é apenas um adiamento e promete insistir. Chega concorda com Montenegro.
Primeiro-ministro afirma que a regionalização não vai ser tratada nesta legislatura, porque "o tempo é inadequado e inoportuno" e é preciso "aprofundar a descentralização em curso".
Autarca diz que "é o cabo dos trabalhos" nomear um chefe de divisão ou departamento, ou um administrador para uma empresa pública municipal, porque os salários são baixos face ao que podem ganhar no setor privado.
Os autarcas não querem ser "tarefeiros do Estado", garante o presidente da Câmara de Lisboa, que se manifesta contra uma "meia-descentralização". Já Luísa Salgueiro apontou a urgência de uma nova Lei das Finanças Locais.
O presidente da Câmara de Lisboa defendeu uma mudança que permita a criação de executivos municipais mesmo que minoritários, sem a presença de vereadores da oposição.
Liderança muda de partido após as eleições autárquicas de outubro, e a CDU vai ficar pela primeira vez fora da direção. Autarcas debatem ainda autonomia, descentralização, o financiamento local, a sustentabilidade e a coesão territorial.
Administração da VASP admite interromper a distribuição diária nos distritos de Beja, Évora, Portalegre, Castelo Branco, Guarda, Viseu, Vila Real e Bragança.