Um ano depois do Euro de Mora e Quenda, quantos sub-17 já se afirmaram no futebol profissional?
30 mai, 2025 - 10:15 • Eduardo Soares da Silva
A seleção sub-17 está novamente na final de um Europeu, um ano depois da final perdida contra a Itália. Dessa geração, há quem já esteja na seleção principal e quem tenha dado o salto para um tubarão europeu.
Há um ano, Portugal perdeu a final do Campeonato da Europa sub-17 para a Itália. A seleção está novamente na final, com uma nova geração, mas volvidos pouco menos de 12 meses, o que reservou o destino às promessas do ano passado?
Rodrigo Mora e Geovany Quenda são os maiores exemplos de sucesso.
Ambos foram titulares na final e Quenda foi o primeiro a afirmar-se no futebol profissional. Começou a temporada como titular no Sporting, lançado por Ruben Amorim, e com golo na estreia na Supertaça frente ao FC Porto.
Foi figura principal na "dobradinha" conquistada pelos leões com três golos e seis assistências num total de 54 jogos disputados.
Entretanto, já foi contratado pelo Chelsea, ainda que ficará cedido aos leões por mais uma temporada. Foi titular em todos os jogos desse Europeu, já foi convocado por Roberto Martínez à seleção principal e, com 18 anos, estará daqui a umas semanas no Euro sub-21.
Rodrigo Mora foi a grande figura da seleção no torneio, com cinco golos e duas assistências. Integrou, em definitivo, a equipa principal do FC Porto, mas apenas "explodiu" na segunda metade da época.
Terminou a temporada com 10 golos marcados e mais quatro assistências em 32 jogos disputados. Foi eleito, pelo CNID, a revelação do campeonato e está nos convocados da seleção principal para a "final four" da Liga das Nações. Roberto Martínez acredita que "vai marcar uma era no futebol português."
Roberto Martínez: "Rodrigo Mora vai marcar uma era no futebol português"
No entanto, não foram os únicos dessa seleção sub-17 que já se estrearam no maior patamar do futebol português: os médios Eduardo Felicíssimo e João Simões foram também campeões nacionais pelo Sporting, com destaque na segunda metade da temporada.
João Simões foi o primeiro promovido perante uma crise de lesões no meio-campo leonino. Acabaria por fazer 18 jogos antes de se ter lesionado, um problema que abriu portas a Felicíssimo, que fez sete jogos.
FC Porto
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O ponta de lança Afonso Patrão marcou dois golos no Europeu e foi lançado por Carlos Carvalhal na equipa principal do SC Braga. Somou sete jogos e marcou um golo, frente ao Sporting, em Alvalade que deu o empate aos minhotos.
Apesar de ser uma geração que está ainda a atingir, este ano, a maioridade, a muitos se prevê um futuro risonho no futebol nacional. Foi uma geração de várias promessas, mas que perdeu a final para os italianos.
Um ano depois, uma nova geração tem oportunidade de desforra e levantar o troféu pela primeira vez desde 2016, quando a geração de Diogo Costa, Dalot, Florentino, Jota e Rafael Leão venceu a Espanha na final.
Desta vez, a final será frente à França está marcada para as 19h30 deste domingo.
- Bola Branca 13h0
- 13 mai, 2026










