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Seleção nacional

Vitinha: "Quem é que não quer ganhar o Mundial?"

04 set, 2025 - 11:01 • Eduardo Soares da Silva

Na semana em que seleção nacional arranca o apuramento para o Mundial, Vitinha assume que a "responsabilidade é diferente" depois da conquista da Liga das Nações

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O internacional português Vitinha garante que a seleção nacional tentará "fazer o máximo" para conquistar o Campeonato do Mundo, cujo apuramento começa esta sexta-feira com a visita à Arménia.

"Quem é que não quer ganhar o Mundial? Seria perfeito. Ganhámos o Europeu, eu não consegui, mas conseguimos, duas Ligas das Nações, eu consegui esta. Conquistar o Mundial seria perfeito. Vamos tentar o máximo para vencer", promete o médio.

O médio de 25 anos soma 29 internacionalizações e já esteve na fase final do Mundial2022 e Euro2024. A seleção arranca o apuramento para o próximo Campeonato do Mundo depois da conquista da Liga das Nações, que dá "uma responsabilidade diferente."

"Quando se ganha a expectativa fica mais alta e cabe-nos estar à altura. Queremos mostrar isso frente à Arménia e conquistar uma vitória importante", disse.

Vitinha explica que "ainda vão analisar a Arménia", mas leva a visita ao Cáucaso com a máxima seriedade: "Qualquer ponto pode fazer a diferença. Sabemos que não convém facilitar e perder oportunidades para trazer os três pontos."

O médio arranca a sua quarta época no Paris Saint-Germain depois de ter conquistado a Liga dos Campeões: "Foi realmente uma época de sonho, uma época que irei recordar na minha carreira mas espero que o melhor ainda esteja para vir. Foi uma época quase perfeita."

Vitinha está entre os nomeados para a Bola de Ouro e acredita que pode "almejar um bom lugar": "O mais à frente possível para mim está ótimo", diz.

"Não me queixo dos números que tenho tido, golos ou assistências. Mesmo quando não és avançado, o futebol hoje em dia reflete-se muito em golos e assistências e eu não gosto. É verdade que é um domínio que ainda quero melhorar e acrescentar mais, mas nunca vou forçar porque irei sempre ver o que é melhor para a equipa. É um bocado o espelho do futebol hoje: pede-se golos a defesas, médios", avalia.

Vitinha fez 59 jogos na temporada passada pelo PSG, aos quais se juntaram mais oito pela seleção portuguesa. O tema da sobrecarga de jogos regressa à atualidade e Vitinha concorda.

"Não devo ser a melhor pessoa para falar sobre a paragem FIFA. Consigo sentir que são mesmo muitos jogos, mas não gosto de me queixar disso. Gosto de jogar futebol, é a melhor profissão do mundo. Não conseguimos mostrar o nosso melhor futebol, há lesões, não há muito a dizer, apenas dizer que sentimos isso", considera.

Portugal arranca o apuramento para o Mundial esta sexta-feira, em solo arménio, jogo marcado para as 17h00. A seleção disputa ainda mais um jogo nesta pausa, na terça-feira, na Hungria.

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