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Jogos Olímpicos de Inverno

Emeric Guerillot 38.º no slalom gigante

14 fev, 2026 - 16:48 • Lusa

O ouro sorriu a um atleta brasileiro, com ascendência norueguesa.

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Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA
Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA
Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA
Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA
Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA
Emeric Guerillot, esqui, Portugal, Jogos Olímpicos Inverno. Foto: Anna Szilagyi/EPA

O esquiador português Emeric Guerillot foi 38.º classificado no slalom gigante dos Jogos Olímpicos de inverno Milão-Cortina'2026.

Guerillot fechou com o tempo de 2.39,45 minutos no total das duas mangas, a 14,45 do campeão olímpico, o brasileiro Lucas Pinheiro Braathen, num desempenho que conseguiu melhorar na segunda passagem, na qual foi o 37.º entre os competidores.

Mais cedo, o português tinha realizado a primeira manga em 1.22,87 (42.º) e na segunda, com 1.16,58 conseguiu melhorar posições, num desempenho que, ainda assim, ficou uns lugares abaixo do que tinha alcançado na quarta-feira no Super G (32.º).

Emeric Guerillot vai ainda disputar nestes Jogos Olímpicos de inverno a competição de slalom, na segunda-feira, com a irmã Vanina Guerillot a estar presente no slalom gigante, já no domingo, e também no slalom, na terça-feira.

A competição de hoje de manhã na pista Stelvio, em Bormio, ficou marcada pelo ouro olímpico do brasileiro Lucas Pinheiro Braathen, filho de pai norueguês e mãe brasileira, que conseguiu a primeira medalha da história em Olímpicos da América do Sul.

O esquiador, de 25 anos, chegou a competir pela Noruega, mas há dois anos, após um conflito com a federação daquele país, devido a direitos de imagem, admitiu acabar a carreira, mas em 2024 vinculou-se à Federação brasileira e nesse mesmo ano competiu com as cores "canarinhas".

Na prova de hoje, Braathen teve uma primeira manga imaculada (01.13,92 minutos), que lhe valeu desde logo importante liderança e já na segunda manga, na qual até baixou o tempo (01.11,08), apesar de não ter sido o melhor, foi, globalmente, suficiente para o ouro.

O brasileiro terminou o slalom gigante com um total de 2.25 minutos, à frente da dupla suíça Marco Odermatt (prata), e que era o favorito e campeão olímpico em 2022, a 0,58 décimas, e Loic Meillard (bronze), a 01,17 segundos.

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