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FC Porto

Anselmi elogia Cláudio Ramos após empate "justo". "Mostrou toda a sua dimensão"

16 jun, 2025 - 09:14 • Inês Braga Sampaio

Treinador do FC Porto admite que se começou a sentir a falta de ritmo perto do final, já que "fazer particulares ou jogos à porta fechada não é igual" a competir no Mundial de Clubes.

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Martín Anselmi considera que o empate (0-0) com o Palmeiras foi "justo", apesar de a certa altura ter começado a "pesar a falta de ritmo" do FC Porto, e elogia Cláudio Ramos, chamado a render Diogo Costa.

"O Cláudio demonstrou toda a sua dimensão. É um guarda-redes que chegou há cinco anos ao FC Porto (...) e participou em jogos muito importantes nestes anos", enaltece o treinador portista, em conferência de imprensa, após o jogo da jornada inaugural do Mundial de Clubes.

O FC Porto defronta os norte-americanos do Inter Miami na quinta-feira, às 20h00, em Atlanta, e termina a fase de grupos diante dos egípcios do Al Ahly, na terça-feira seguinte, às 02h00, na Nova Jérsia.

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Análise (DAZN): "Foi um resultado justo. Tivemos as nossas oportunidades, eles também tiveram as deles, foi um jogo muito disputado, muito intenso. Houve momentos em que dominámos, fomos à procura do resultado, mas depois eles meteram jogadores mais frescos e experientes, e investiram contra a nossa baliza. Mas o resultado é justo."

Falta de ritmo: "Na segunda parte começou a pesar-nos a falta de ritmo. Nos últimos 15 minutos perdemos o controlo da bola, mas não do jogo. Tínhamos de saber lutar até ao fim e eu fico com isso. O que queremos ver é um FC Porto competitivo e há que ser competitivos de qualquer forma."

Cláudio Ramos: "O Cláudio demonstrou toda a sua dimensão. É um guarda-redes que chegou há cinco anos ao FC Porto. Está capacitado para jogar e participou em jogos muito importantes nestes anos."

Empate: "Nós tivemos a época que tivemos e sabemos que temos de mudar essa imagem rapidamente. Para isso, há que lutar e competir até ao último minuto. E depois vem o resultado. Obviamente que queremos ganhar todos os jogos. Mas também quero ficar com o que fizemos em 60 minutos mesmo sem rodagem, porque fazer particulares ou jogos à porta fechada não é igual a jogar com o Palmeiras. Competimos muito bem, deixámos uma imagem do que queremos ser no que diz respeito à luta e nunca dar nada como perdido. Temos de marcar este jogo como um pontapé de saída para o que queremos ser. Temos de continuar a construir e a melhorar, mas se continuarmos assim vão ser mais as alegrias do que as tristezas. Queríamos ganhar, mas a sensação é de que fomos uma equipa. E isso é o mais importante: sendo uma equipa, vamos ter o FC Porto que os adeptos querem e eles vão estar orgulhosos de nós."

Estreia de Gabri Veiga: "Treinou uma semana. É um miúdo que todos conhecemos, o potencial que ele tem. Vamos tratar de potenciar toda a capacidade que ele tem. Fez uns primeiros 65 minutos muito bons numa equipa praticamente desconhecida para ele. Vai continuar a evoluir com o tempo."

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