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FC Porto

Quanto teria de gastar o FC Porto para chegar ao "maior mercado da história do clube"?

07 jul, 2025 - 16:40 • Eduardo Soares da Silva

Villas-Boas prometeu a Francesco Farioli um investimento considerável no plantel dos dragões. Prpic já aterrou na cidade e o Porto já não está assim tão longe de um valor recorde.

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O presidente do FC Porto, André Villas-Boas, garantiu que os dragões podem ter pela frente um verão com recorde de investimento na equipa. Quanto teria de gastar o Porto para chegar a esses valores?

De acordo com os dados do "Transfermarkt", o verão em que os dragões gastaram mais em contratações foi em 2019/20, com 54,75 milhões de euros gastos.

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Nessa época, os dragões investiram 12 milhões na contratação do japonês Shoya Nakajima, mais 10,75 milhões no ponta de lança Zé Luís, proveniente do Spartak de Moscovo.

Foi ainda o verão em que o FC Porto recorreu aos mexicanos do Club América para contratar dois jogadores que se viriam a tornar importantes: o médio Matheus Uribe por 9,5 milhões de euros e ainda o guarda-redes Agustín Marchesín por 7,7 milhões.

Chegou ainda Luis Díaz, proveniente do Junior Barranquilla, por 7,2 milhões de euros, o lateral Renzo Saravia por 5,5 milhões e regressou Iván Marcano após um ano da Roma. Cutou três milhões de euros.

Em janeiro, o Porto ainda gastaria mais 7,5 milhões em contratar Mamadou Loum ao SC Braga, que estava emprestado no Moreirense, um valor que fica excluído destas contas.

Ainda assim, foi um verão em que o saldo de transferências foi positivo, porque os dragões venderam Éder Militão por 50 milhões para o Real Madrid, um negócio que ficou fechado e anunciado ainda antes de terminar a época anterior, Felipe para o Atlético por 20 milhões e ainda Óliver Torres por 11 milhões de euros para o Sevilha.

E quanto já investiu o FC Porto este verão? Até ao momento, o clube já gastou 28 milhões.

O médio espanhol Gabri Veiga foi o mais caro até agora, tendo custado 15 milhões de euros aos sauditas do Al-Ahli, mas o Porto já contratou também o central Nehuén Pérez por 13 milhões de euros.

Na prática, o argentino não é um reforoço, porque fez parte do plantel da época passada, emprestado pela Udinese, mas a contratação em definitivo implica o investimento neste verão, pelo que é incluíndo no rol de custos deste mercado.

Esta segunda-feira, já aterrou na cidade do Porto o defesa-central Dominik Prpic, que chegará do Hajduk Split por um valor a rondar os cinco milhões de euros, o que elevaria o total para 33 milhões.

Na apresentação de Francesco Farioli, André Villas-Boas destacou que os objetivos desportivos ficaram comprometidos na época passada pelas vendas de Nico González e Wenderson Galeno em janeiro, que renderam cerca de 100 milhões.

Agora, o clube planeia "renovar o plantel" e o Porto pode mesmo ter "o maior mercado da história".

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