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Villas-Boas: “A alegria das pessoas é o que mais me comove. Este é um clube ultravencedor”

16 mai, 2026 - 21:05 • Lusa

O presidente do FC Porto afirmou que pretende “manter as peças principais” da equipa de futebol na temporada 2026/27, mas defendeu a obrigação de renovar os jogadores e “recriar” o plantel para assegurar a sustentabilidade financeira.

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O presidente do FC Porto afirmou este sábado que pretende “manter as peças principais” da equipa de futebol na temporada 2026/27, mas defendeu a obrigação de renovar os jogadores e “recriar” o plantel para assegurar a sustentabilidade financeira.

O presidente do FC Porto afirmou que pretende “manter as peças principais” da equipa de futebol na temporada 2026/27, mas defendeu a obrigação de renovar os jogadores e “recriar” o plantel para assegurar a sustentabilidade financeira.

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“O objetivo é manter as peças principais, claro está. Todos eles foram decisivos na conquista deste título, mas é preciso sempre renovar, recriar e continuar a sustentabilidade económica deste clube para o futuro”, afirmou André Villas-Boas, à Sport TV, no Estádio do Dragão, após a vitória frente ao Santa Clara (1-0) no jogo da 34.ª e última jornada da I Liga, que antecede os festejos pela 31.ª conquista do título nacional.

Villas-Boas reconheceu que os ‘azuis e brancos’ vão encaixar uma “parte significativa de dinheiro” com a qualificação direta para a Liga dos Campeões, mas alertou que as “responsabilidades” do clube “são enormes”.

“Temos obrigatoriamente de trabalhar o mercado e renovar equipas. Isso é que é a dificuldade. Há uma base construída, mas temos de tornar este clube sustentável e temos obrigatoriamente de mexer no mercado e renovar-nos ano a ano”, reforçou.

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A propósito da conquista do título, Villas-Boas considerou que os ‘dragões’ “não podem mais largar a posição” de clube vencedor em Portugal.

“É agarrar esta oportunidade. Está feito. Segue-se outra. O FC Porto não pode largar mais esta posição. Agora é a construção de um futuro mais sólido desportivo, económico e associativo. A transformação associativa deste clube tem sido inacreditável”.

O presidente portista elogiou a gestão do treinador Francesco Farioli, destacando a “coesão e crença” do grupo ao longo da temporada.

O dirigente considerou, também, que caso os jogadores Luuk de Jong e Samu não tivessem sido fustigados por lesões que o FC Porto teria atingido as finais da Taça de Portugal e da Liga Europa.

“A alegria das pessoas é o que mais me comove. É os sócios e adeptos do FC Porto encontrarem de novo as vitórias. Encontrarem-se de novo com os títulos. Este é um clube ultravencedor”, vincou.

O capitão Diogo Costa ergueu hoje o troféu do 31.º título de campeão nacional do FC Porto, perante cerca de 50 mil adeptos no Estádio do Dragão, após a última jornada da I Liga portuguesa de futebol.

Embora o FC Porto tivesse assegurado matematicamente a conquista do campeonato na antepenúltima ronda, ao vencer o Alverca, por 1-0, os portistas reservaram para o último jogo da 92.ª edição da I Liga a cerimónia oficial de consagração, numa casa cheia que acabou por registar a melhor assistência da época no Dragão.

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