Ambientalistas acusam Executivo de ignorar oposição local e riscos ambientais ao financiar com fundos públicos o projeto de lítio da Savannah em Boticas.
Com populares a confundirem o candidato à corrida de Belém como o Presidente da República eleito, Gouveia Melo diz-se "confiante" nos resultados do próximo domingo.
O grupo de cidadãos independente apresentou candidatura à Assembleia de Freguesia de Dornelas, que foi aceite pelo tribunal, e à Assembleia Municipal e à Câmara de Boticas, ambas rejeitadas por insuficiência de assinaturas.
"Esta decisão representa a oitava decisão judicial consecutiva favorável à Savannah, num total de oito decisões tomadas entre sentenças, recursos e providências cautelares", assinalou a empresa britânica.
A Savannah explicou que pode reiniciar os trabalhos de campo e a campanha de prospeção depois da emissão de uma "resolução fundamentada" pelo Estado português.
A coordenadora do BE juntou-se a uma manifestação em Covas do Barroso, concelho de Boticas, contra a exploração de lítio e a servidão administrativa emitida pelo Governo, que permite que a Savannah aceda a terrenos privados e baldios para a prospeção de lítio.
O antigo ministro do Ambiente, nos governos de António Costa, reage sem surpresa ao despacho da secretária de Estado da Energia, que autoriza a empresa Savannah Lithium a entrar em terrenos privados e baldios para fazer trabalhos de prospeção e pesquisa, no âmbito do contrato de concessão "Mina do Barroso".
Em causa está a contestação da população e da autarquia à constituição de uma servidão administrativa sobre os terrenos pelo prazo de um ano, com vista à realização de trabalhos de sondagens pela Savannah Lithium, no âmbito do contrato de concessão da Mina do Barroso.