Israel vai revogar a licença de 37 organizações humanitárias que operam em Gaza e na Cisjordânia. Entre as entidades afetadas estão a Oxfam e os Médicos Sem Fronteiras.
Exército israelita cercou a cidade de Qabatiya, no norte do território palestiniano, onde vivia um palestiniano que matou na sexta-feira dois israelitas.
"Os governos estrangeiros não restringirão o direito dos judeus de viver na Terra de Israel e qualquer pedido nesse sentido é moralmente errado e discriminatório", acrescentou.
Tem 26 anos, é católica e trabalha na zona onde nasceu e cresceu: a Cisjordânia. Foi baleada numa reportagem no momento em que tentava tirar uma fotografia a quem lhe apontava uma arma. Começou por escrever nas redes sociais sobre os amigos palestinianos detidos durante a faculdade.
O comandante do exército israelita, Eyal Zamir, manifestou a intenção de pôr fim aos ataques de colonos, onde a ONU registou, em outubro, um pico de violência em quase duas décadas.
Rawan Sulaiman defende como prioridade a assistência imediata aos cidadãos de Gaza. A embaixadora, que confessa que o anúncio do acordo de cessar-fogo entre Israel e Hamas a fez chorar, defende que os próximos passos se foquem no cumprimento do direito internacional nos territórios ocupados, antes de se conseguir falar futura relação pacífica com Israel.
"Temos uma oportunidade real de alcançar algo grande no Oriente Médio. Todos estão prontos para algo especial, algo inédito. Nós vamos conseguir", escreveu o líder da Casa Branca.
Durante o ataque na Universidade de Ramallah, as forças israelitas afixaram panfletos em árabe alertando os estudantes de que "podem vir a pagar um preço elevado" se participarem em atividades da ala estudantil do Hamas.