A conclusão consta da monitorização da ERS aos tempos de espera no Serviço Nacional de Saúde (SNS) no primeiro semestre de 2025, que concluiu que, no final de junho deste ano, 974.770 utentes aguardavam por uma primeira consulta nos hospitais públicos, mais 25,6% do que no primeiro semestre de 2024.
Estas medidas constam de um despacho esta sexta-feira publicado em Diário da República para organizar a resposta dos cuidados de saúde primários e hospitalares no inverno, altura de maior pressão sobre os serviços de urgência, sobretudo, devido ao aumento das infeções respiratórias.
Presidente da instituição espera que o Ministério da Saúde “encare esta situação, como encarou, para bem, as cirurgias oncológicas que estavam em lista de espera”.
De acordo com a ministra da Juventude e Modernização, "os alunos podem escolher o profissional com o qual querem marcar consulta, dentro de uma lista disponibilizada pelas ordens".
O alerta é feito pelo bastonário dos médicos, que diz estar preocupado com a redução de utentes nas urgências e o impacto que terá nos tratamentos. Já o responsável pela Ordem a sul lembra que parte terá recorrido ao privado. Representantes dos utentes dizem que muitos já evitam os serviços e os Administradores Hospitalares acreditam que aumentou o recurso à linha SNS24.
Os dados do Eurostat continuam a mostrar que a Eslováquia tem a maior média de consultas por habitante. A média não inclui as consultas de telemedicina, que se multiplicaram em 2021 devido à pandemia de Covid-19.