As autoridades de saúde têm reforçado o apelo à vacinação devido ao aumento das infeções respiratórias agudas e dos casos de gripe que têm causado um aumento da procura das urgências, do INEM e da Linha SNS 24.
A primeira campanha de vacinação contra a covid-19 arrancou há cinco anos e desde então já foram administradas mais de 32 milhões de vacinas em Portugal, segundo dados da Direção-Geral da Saúde (DGS).
Investigadores de universidades norte-americanas descobriram que as vacinas de mRNA, como as que foram utilizadas contra a covid-19, têm a capacidade de estimular resposta imunitária contra cancros, permitindo aos doentes viverem mais tempo.
A campanha de vacinação Sazonal outono-inverno 2025-2026 decorre até 30 de abril de 2026 em unidades de saúde do SNS e em 2.500 farmácias comunitárias.
Há quatro hipóteses sobre o início da pandemia de Covid-19. Transmissão zoonótica - de um animal para um humano - e fuga laboratorial de vírus são possibilidades mais debatidas pela comunidade científica.
O Ministério Público constituiu doze arguidos, mas alguns pediram a abertura de instrução e a juíza Sofia Marinho Pires decidiu não pronunciar dois dos arguidos.
A 11 de março de 2020, a Organização Mundial de Saúde (OMS) declarava o Covid-19 como pandemia. Cinco anos depois, há vidas que regressaram ao normal, mas outras que estão radicalmente diferentes. Para quem perdeu entes queridos, o luto "é uma ferida sempre aberta". Nas escolas, a "pandemia agravou" a perda de qualidade do ensino. Já no trabalho, milhares de pessoas passaram a fazer da casa escritório.
Os confinamentos obrigatórios forçaram milhares de pessoas a trabalhar em casa. Mas a tendência não ficou por aí. No final de 2024, havia mais portugueses em teletrabalho do que no segundo confinamento. Cada vez mais pessoas mudaram de carreira e abraçaram o remoto no pós-pandemia.