Este é o terceiro ataque ucraniano desde o início da guerra contra a ponte, cuja construção foi ordenada pelo Presidente russo, Vladimir Putin, após a anexação da península ucraniana da Crimeia pela Rússia em 2014.
O Presidente ucraniano indicou que, se não puder comparecer no funeral de Francisco, o seu país estará representado "a um nível apropriado", através do ministro dos Negócios Estrangeiros e da primeira-dama.
"Estamos a fazer tudo o que os nossos parceiros propuseram, exceto o que é contrário à nossa legislação e à Constituição", disse o Presidente ucraniano.
Em entrevista à Renascença, Filipe Arnaut Moreira lembra que a invasão da Crimeia, a 18 de março de 2014, “foi uma tomada de poder através de forças militares que já se encontravam no teatro de operações” e que ocuparam a península “com uma enorme facilidade”.