Marcelo Rebelo de Sousa considera "menos mau haver um controlo deficiente a não haver nenhum", apesar de "reservas sobre a natureza, função, tributação, riscos sistémicos e eficácia do controlo regulatório" destes ativos.
Novas diplomas pretendem prevenir atividades ilícitas e melhorar a supervisão sobre os prestadores de serviços. A partir de 1 de julho de 2026, os "prestadores de serviços de criptoativos com sede em Portugal" autorizados tornam-se entidades financeiras para efeitos da supervisão.