A Confederação Portuguesa das Micro, Pequenas e Médias Empresas considera que a opção do governo por linhas de crédito para ajudar as organizações afetadas "não são apoios, são mais endividamento para as empresas".
A antiga comissária europeia Elisa Ferreira sugere, em entrevista à Renascença, uma aposta no programa 2030, “que é um fundo robusto, um fundo de longo prazo", e explica também quais são os instrumentos europeus a que Portugal pode recorrer no imediato para fazer face à calamidade provocada pelo mau tempo.
A Deco Proteste alerta que as propostas financeiras criadas por vários bancos, para o apoio aos efeitos do mau tempo assentam, na sua maioria, na contratação de novos empréstimos.
Autorização publicada em Diário da República permite a compra de seis automotoras "para o transporte internacional" além das vinte anunciadas em janeiro. Governo pede recurso a fundos europeus para financiar a compra.