Educação

Segunda fase dos exames nacionais arranca a 21 de julho. Veja aqui o calendário

03 jul, 2026 - 22:21 • Ricardo Vieira , Diogo Camilo

Problemas no processo de correção obrigaram ao adiamento da segunda fase dos exames nacionais. As notas serão divulgadas a 7 de agosto.

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As alterações ao calendário da segunda fase de exames nacionais do ensino secundário e das provas finais de ciclo do ensino básico – devido a problemas no processo de correção – foram reveladas esta sexta-feira à noite pelo Instituto de Educação, Qualidade e Avaliação (EduQA).

A segunda fase de exames nacionais e provas finais começa a 21 de julho, uma terça-feira, e termina a 24 de julho. As notas dos serão divulgadas a 7 de agosto.

Durante a manhã desta sexta-feira, o Ministério da Educação chegou a apontar o início da segunda fase para dia 20 de julho à tarde, mas, horas depois, os planos foram alterados e a data deslizou para o dia seguinte.

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Calendário dos exames do ensino secundário:

A segunda fase de exames nacionais do ensino secundário arranca a 21 de julho, às 9h30, com Português, Português Língua Segunda e Português Não Materna do 12.º ano. Para as 9h30, está marcada a prova de Literatura Portuguesa, do 11.º ano. Da parte da tarde, têm lugar os exames de Economia A, História da Cultura e das Artes e Latim, do 11.º ano (Veja aqui o calendário completo - versão PDF).

As pautas das provas finais do ensino básico, das provas de equivalência à frequência do ensino básico, dos exames finais nacionais do ensino secundário e das provas de equivalência à frequência do ensino secundário, realizados na 1.ª fase, são afixadas a 17 de julho, de acordo com o EduQA.

Quem pedir uma nova correção, os resultados dos processos de reapreciação da 1.ª fase serão conhecidos a 7 de agosto.

Relativamente à segunda fase, as notas dos exames serão divulgadas a 7 de agosto. Quem pedir a reapreciação, os resultados são conhecidos a 28 de agosto.

Calendário das provas finais do ensino básico:

O atraso na entrega dos exames aos professores foi denunciado na quarta-feira passada e na quinta-feira o Júri Nacional de Exames confirmou "a existência de algumas dificuldades técnicas", que se encontravam a ser solucionadas. Esta segunda-feira, a Missão Escola Pública disponibilizou uma minuta para os professores que corrigem exames puderem pedir escusas de responsabilidade.

Desde o atraso na atribuição das credenciais necessárias para aceder às provas, a erros na convocatória de professores ou falhas na digitalização das folhas de resposta, o cenário tem sido descrito como de "caos generalizado".

Os diretores de escolas públicas recusam qualquer culpa da sua parte.

Os exames nacionais continuam a realizar-se em papel, mas, pela primeira vez, as provas serão corrigidas em formato digital.

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  • Francisco Coelho Gon
    04 jul, 2026 Maia, Porto 07:25
    VERGONHA. AMADORISMO. INCOMPETÊNCIA.

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