Apple afina o futuro: iPhone Air emagrece, iPhone 17 aposta tudo na inteligência artificial

09 set, 2025 - 19:38 • Fábio Monteiro com Reuters

A Apple apresentou esta terça-feira o novo iPhone 17 e o modelo iPhone Air, mais fino e resistente, com novas funcionalidades de inteligência artificial e bateria de alta densidade. Foram também anunciados os novos AirPods Pro 3 e um monitor de tensão arterial no Apple Watch.

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A Apple revelou esta terça-feira os novos iPhones para 2025, com destaque para o novo modelo iPhone Air, descrito como o mais resistente de sempre, e o iPhone 17, equipado com o novo processador A19 e funcionalidades melhoradas de inteligência artificial.

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O novo iPhone Air surge com um design mais fino e uma bateria de alta densidade, posicionando-se como concorrente direto do Galaxy S25 Edge da Samsung.

Segundo analistas citados pela Reuters, este modelo pode ser um passo estratégico da Apple rumo ao mercado dos telefones dobráveis, particularmente valorizado na China.

O iPhone 17 traz um ecrã mais brilhante e resistente a riscos, uma câmara frontal com sensor redesenhado para melhorar as selfies na horizontal, e o novo chip A19, produzido com tecnologia de 3 nanómetros. O processador promete ganhos significativos em desempenho e funcionalidades locais de inteligência artificial.

A Apple não revelou qualquer aumento nos preços dos novos iPhones, o que poderá ser uma estratégia para absorver os custos adicionais das tarifas comerciais, estimados pela empresa em mais de mil milhões de dólares (cerca de 930 milhões de euros) no trimestre fiscal em curso.

Foram também apresentados os novos AirPods Pro 3, que terão uma funcionalidade de tradução de idiomas em tempo real.

“Se ambas as pessoas numa conversa estiverem a usar os novos AirPods, os auriculares traduzem em tempo quase real,” explicou a Apple. O preço mantém-se nos 249 dólares (cerca de 232 euros) e estarão disponíveis a partir de 19 de setembro.

O novo Apple Watch integra um monitor de tensão arterial, funcionalidade ainda dependente de aprovação regulamentar. Apesar de não detetar todos os casos de hipertensão, a Apple espera que o sistema “notifique um milhão de pessoas” e antecipa disponibilizá-lo em 150 países.

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