O reeleito líder da FAP, que representa mais de 80 mil estudantes, salienta que "os mais desfavorecidos" não podem ser esquecidos e aponta o desejo de que o "Ensino Superior que seja um verdadeiro elevador social e que reconheça que todos os talentos merecem a mesma oportunidade".
Em causa está uma notícia do Expresso que denuncia que o reitor da UP recebeu pressões de várias pessoas "influentes" para deixar entrar na Faculdade de Medicina 30 candidatos no curso de acesso para licenciados.
Os motivos são de "ordem económica", diz o presidente da FAP. Entre os destinos favoritos estão Reino Unido, Suíça, Alemanha, Países Baixos ou Luxemburgo.
Para diminuir problemas relativos à concentração de pessoas junto à entrada do recinto, na Estrada da Circunvalação, as portas do Queimódromo abrem no primeiro dia às 20h00.