Um objetivo que Pedro Duarte valoriza: o “desimpedimento ao nível da via pública” é “um primeiro passo muito importante”. Falta, no entanto, a segunda etapa, que é o funcionamento da linha ter início: “Quanto mais cedo estiver melhor, mas nós compreendemos que tudo isto tem de ser feito com a segurança, com a solidez, eu diria, necessária”.
O presidente da autarquia, eleito em outubro para chefiar os destinos da segunda maior cidade do país, admite que lhe passa “todos os dias” pela cabeça tomar medidas contra a Metro do Porto devido às derrapagens de prazos. “A cidade está muito satisfeita por podermos beneficiar no futuro desta linha, mas a cidade não está de facto satisfeita com os atrasos que têm ocorrido”, afirma.