Numa sondagem publicada na sexta-feira no canal de televisão público ZDF, 63% dos inquiridos acreditavam que Merz "tinha razão" quando falava de problemas visíveis na imagem das cidades, e apenas 29% rejeitaram as suas observações.
Tanto Moscovo como Kiev têm-se acusado mutuamente de não quererem negociações e colocar um fim ao conflito, numa fase da guerra em que a Rússia prossegue os seus ataques a alvos civis em várias zonas da Ucrânia, incluindo na capital ucraniana, e controla cerca de 20% do território do país que invadiu em 2022.
Presidente da Ucrânia vai à capital dos Estados Unidos falar com Donald Trump, aceitando que o próximo passo pode ser uma cimeira a três com Vladimir Putin.
A declaração europeia sublinha que a Ucrânia deve ter garantias de segurança "firmes" para defender sua integridade territorial. Trump afirmou, após a cimeira com Putin, que a Ucrânia deve chegar a um acordo para acabar com a guerra com a Rússia.
Encontro deverá ter lugar na Europa. Merz, por seu lado, disse que os líderes europeus instaram o Presidente dos EUA a salvaguardar os interesses de segurança europeus e ucranianos.
Os líderes da França, Itália, Alemanha, Polónia, Reino Unido, Finlândia e a presidente da Comissão Europeia apontaram que as negociações só podem ocorrer no contexto de um cessar-fogo, ou de redução das hostilidades.