Sindicato empresa que explora o serviço de refeições dos comboios de longo curso Alfa Pendular e Intercidades de se recusar a "cumprir o acordo de empresa em vigor para os trabalhadores".
À Renascença, Fernando Henriques, do Sindicato dos Trabalhadores da Aviação e Aeroportos e o Sindicato dos Trabalhadores de Handling, Aviação e Aeroportos (Sitava) explica que a paralisação foi desconvocada porque foram assinados acordos que dão "garantias de estabilidade" e garantem "os postos de trabalho".
"Paralisação nas cadeias portuguesas tem impacto, sobretudo, nas visitas que os reclusos recebem", explicou o sindicato. Greve começou a 16 de dezembro e termina no dia 1 de janeiro de 2026.
Os trabalhadores reivindicam aumentos salariais, trabalho digno, valorização profissional e medidas que permitam a conciliação da vida familiar com a profissional.
Segundo Jorge Alves, a paralisação hoje iniciada visa exigir a revisão do estatuto profissional, a promoção na carreira de mais profissionais e a alteração das regras de atribuição do subsídio da renda de casa aos guardas prisionais.
Aviso de paralisação surge num contexto de forte controvérsia devido ao estado de degradação de algumas das suas instalações e ao roubo das joias da coroa da França.
Sindicato ameaça manifestar-se sobre a "situação absolutamente insustentável de indefinição, incerteza e ansiedade sobre o seu futuro". Greve está anunciada entre as 00h00 horas de 31 de dezembro às 24h00 horas de 1 de janeiro de 2026.