Criança de seis anos caiu e manifestou, de imediato, sintomas de crise convulsiva e perda de consciência, mas acabou por falecer no hospital de Évora, onde deu entrada em paragem cardiorrespiratória. O MP recuperou o caso de 2018 e um médico e três bombeiros foram acusados de homicídio por negligência.
AULSAC explicou que este constrangimento, que se prolonga até às 09h00 de domingo, deve-se a "motivo de doença imprevista de um dos membros da equipa" deste serviço hospitalar.
Medida tem como objetivo garantir o "internamento de um elevado número de doentes que se encontram no Serviço de Urgência Polivalente" do Hospital de Évora.