11 fev, 2012 • Paula Costa Dias
O presidente da Cáritas Portuguesa está preocupado com a falta de investimento na criação de emprego.
No final da reunião da Comissão Permanente, que se realizou em Fátima, Eugénio da Fonseca reiterou o apelo ao Governo para que ponha quem mais pode a pagar a crise e não deixe fechar as instituições de solidariedade que estão em dificuldades financeiras.
Para Eugénio da Fonseca não faz sentido que o Ministério da Solidariedade Social ponha em marcha medidas de apoio aos mais carenciados se o Ministério da Economia não investe na criação de emprego.
O presidente da Cáritas pede por isso ao Executivo que combata a economia paralela e que não deixe fechar as instituições que lutam com dificuldades.
Eugénio da Fonseca agradece ainda a generosidade manifestada nas várias acções do Natal mas avisa que a partilha com os carenciados tem de continuar ao longo do ano até porque todos os dias aparecem novos pedidos de ajuda.
