A esperança pode estar enraizada numa nova oportunidade ou num desafio, mas também pode sobreviver e até se fortalecer diante de uma doença, um despedimento, uma falência ou até mesmo um insucesso.
Francisco foi um Papa que não teve medo de ir ao fundo dos temas, económicos, sociais e ecológicos, para além dos espirituais, e que se distinguiu como promotor de uma economia inclusiva, de encontro, de unidade, de diálogo, de cuidado. Uma economia que cura e que une.
Em entrevista à Renascença, por ocasião do Congresso Nacional da Associação Cristã de Empresários e Gestores, João Pedro Tavares defende que “as empresas não sejam apenas e só geradoras de lucro”. O responsável admite que "há pobreza que não é aceitável nos tempos de hoje".
É um caminho estreito, de semear, de tocar, de acompanhar, mas de enorme esperança. Um caminho em sentido inverso ao que normalmente se traça, que busca, numa competição pelo melhor e mais bem preparado talento, mas em que existe a disponibilidade de ensaiar novas abordagens.
João Pedro Tavares, presidente da presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE), é o entrevistado desta semana do programa Dúvidas Públicas. Defende que o Parlamento não se pode substituir à Justiça. Em entrevista à Renascença, João Pedro Tavares fala ainda de códigos de ética e da saída do CEO da Galp, com muito "sal e pimenta". Critica o excesso de corporativismo no país e duvida que o PRR seja executado na totalidade, diz que Portugal tem um problema de stress fiscal e defende que se incentive o trabalho sénior.
Presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) diz que há muito ruído na política e lamenta que não se discutam os problemas de fundo do país. Em entrevista à Renascença, João Pedro Tavares critica o excesso de corporativismo no país e duvida que o PRR seja executado na totalidade, diz que Portugal tem um problema de stress fiscal e defende que se incentive o trabalho sénior.
Presidente da Associação Cristã de Empresários e Gestores (ACEGE) diz que há muito ruído na política e lamenta que não se discutam os problemas de fundo do país. Em entrevista à Renascença, João Pedro Tavares critica o excesso de corporativismo no país e duvida que o PRR seja executado na totalidade, diz que Portugal tem um problema de stress fiscal e defende que se incentive o trabalho sénior.