O presidente do Comité Paralímpico de Portugal, que é candidato único às eleições da próxima terça-feira, aborda, em entrevista à Renascença, os casos de Luís Costa e Simone Fragoso, o peso da mudança governativa na gestão do desporto paralímpico nacional, a dificuldade de renovação da Missão aos Jogos e o futuro.
Simone Fragoso, que já tinha competido em três Jogos Paralímpicos como nadadora, acusou consumo de estanozolol, uma substância proibida pela Agência Mundial Antidopagem, na classe de esteroides anabólicos.
O ciclista português, que foi medalha de bronze na prova de contrarrelógio de ciclismo de estrada da classe H5 em Paris 2024, reafirma inocência. Porém, não vai recorrer, porque "seria moroso, dispendioso e com poucos efeitos práticos".
CPP é liderado desde março de 2017 por José Lourenço, que cumpre o segundo mandato. Prazo para apresentação de candidatos termina no dia 10 de fevereiro.
Ciclista foi terceiro classificado no contrarrelógio de estrada da classe H5, no entanto, com esta desclassificação, o número de pódios de Portugal em Paris 2024 desce de sete para seis.
Ciclista medalhado nos Jogos Paralímpicos foi "do céu ao inferno", após acusar a presença de uma substância proibida, num exame realizado em Paris, dois dias antes de competir.
“O processo não está fechado, a suspensão é provisória. Agora o atleta tem a sua defesa”, explica à Renascença Luís Figueiredo, o chefe de missão para os Paralímpicos de Paris.
Comité Paralímpico de Portugal informa que atletas da comitiva foram testados, entre 23 e 25 de agosto, durante o estágio na Cidade do Futebol, em Oeiras. Luís Costa suspenso provisoriamente. Paraciclista já reagiu.