Redes criminosas da China estão a usar armazéns na antiga Birmânia para operar burlas à escala internacional, que todos os anos custam milhares de milhões de dólares.
As vítimas de minas terrestres e engenhos não detonados ultrapassaram as seis mil em 2024, o número mais alto desde 2020. A maioria dos casos ocorreu na Síria e em Myanmar e quase 90% das vítimas eram civis.
A trégua temporária foi anunciada em 2 de abril para permitir os trabalhos de socorro e, após uma prorrogação, deveria expirar na quarta-feira à noite.
Até ao momento, não foram registados novos danos ou vítimas no país, onde milhares de pessoas continuam a dormir nas ruas das zonas devastadas pelo terramoto de março e milhares de edifícios foram reduzidos a montanhas de escombros.