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Economia portuguesa supera expectativas em 2025, garante ministro das Finanças

07 jan, 2026 - 11:09 • Olímpia Mairos

Miranda Sarmento destaca superávit orçamental, melhores indicadores face à zona euro e anuncia revisão do prémio salarial para os jovens.

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Tal como aconteceu em 2024, a economia portuguesa voltou a superar as expectativas em 2025. A avaliação é do ministro das Finanças, Joaquim Miranda Sarmento, que foi ouvido esta manhã na Comissão de Finanças da Assembleia da República.

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De acordo com o governante, Portugal apresenta atualmente indicadores económicos mais favoráveis do que a média da zona euro, resultado direto do crescimento económico registado no país.

Nós conseguimos manter uma posição orçamental extremamente robusta. Um país que tem um superávit de 1% do PIB tem apenas dois países na zona euro com performance orçamental similar: a Irlanda e o Chipre”, afirmou Miranda Sarmento.

O ministro destacou ainda o contraste com o panorama europeu: “Quando a média da zona euro para 2025 é um défice a rondar os 3%, temos vários países com défices de 4, 5 e 6%”.

Durante a audição parlamentar, Joaquim Miranda Sarmento avançou também com números relativos às medidas de apoio à habitação jovem. Segundo o ministro, cerca de 70 mil jovens já beneficiaram da isenção de IMT e de Imposto de Selo na compra de casa, enquanto a garantia pública permitiu abranger cerca de 23 mil jovens.

Governo vai apresentar nova proposta sobre prémio salarial em breve

No que diz respeito à devolução das propinas, o Governo está a rever o modelo atualmente em vigor para os jovens até aos 35 anos. O ministro anunciou que uma nova proposta será apresentada em breve, sublinhando que os prémios salariais foram pagos nos últimos dois anos.

“Quem se inscreveu em 2024 teve o pagamento em 2024 e também em 2025. O Governo está a rever a questão do prémio salarial e apresentará uma nova proposta em breve”, explicou.

O prémio salarial, criado pelo governo liderado por António Costa, consiste numa devolução das propinas pagas pelos jovens até aos 35 anos, mediante pedido junto da Autoridade Tributária.

No entanto, em maio, o atual Governo optou por não abrir novas candidaturas, decisão que motivou críticas e levou agora à reavaliação do modelo, com alterações prometidas para breve.

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  • sara
    07 jan, 2026 lisboa 18:08
    a qualquer de estranho a este governo que congratula se com as contas do estado, vivem num pais diferente, pelo qual os portugueses sofrem, a incompetencia é gritante, nada mais facil vir falar de contas quando um sistema de impostos já esta amplamente enraizado, até agora não houve nada na gestão deste governo que os serviços mais necessitados melhorassem, nada fizeram, pouco estratégia, pouco conhecimento, não sabem governar um país, que está a beira do caos, esta tudo a transbordar, não venha mais com dialogos de um pais das maravilhas, pois estamos cada vez mais longe disso, os impostos e o dinheiro da união europeia cegou a razão e o bem

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