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Exportação de drones dispara mas venda de material militar para fora está abaixo de 1%

18 mar, 2026 - 13:30 • Sandra Afonso

Relatório do Banco de Portugal revela que as exportações nacionais de bens para fins militares ainda são residuais. As armas de fogo continuam a liderar, mas os drones estão em rápido crescimento.

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Apesar do forte investimento em defesa que se tem registado no espaço europeu, sobretudo nos últimos quatro anos, após a invasão da Ucrânia pela Rússia, as exportações nacionais de bens para fins militares ainda são pouco expressivas.

De acordo com o relatório publicado esta quarta-feira pelo Banco de Portugal, em 2025 o material militar representou menos de 1% das exportações nacionais. Ainda assim, entre 2022 e 2025 estas exportações aumentaram 77%.

Os bens mais exportados por Portugal são armas de fogo, representam quase metade do total, seguidas por equipamento de proteção, que ocupam um terço das vendas para fora.

Em 2021 o país não vendia aeronaves não tripuladas, em 2025 os drones já representaram 21% das exportações de bens militares.

Os Estados Unidos (41%) são o principal destino, seguido da Bélgica e França (14% cada). Ainda entre 2021 e 2025, as exportações para a Ucrânia apresentaram um peso de 5%, mas representaram perto de 12% em 2025.

Há mais empresas nesta área e está também a aumentar a participação de investimento estrangeiro. Um terço das empresas envolvidas conta com mais de 10% de capital de outros países.

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    18 mar, 2026 e saiam do papel 14:23
    Se se pensar que no "reinado" do PS e das suas amostras de "ministros da Defesa", pura e simplesmente se acabou com a pouca indústria militar que existia, estes resultados até são bons. Interessa é continuar a progressão, e tirar do papel, os planos para a fábrica de Blindados que vai dar apoio total à familia Pandur II em montagem/reparação/modernização, e a tal fábrica de munições ligeiras onde 80% é para exportação visto que a NATO Europa está dramaticamente carente desse tipo de munições.

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