O estado de emergência migratório foi aprovado em Conselho de Ministros após o recente desembarque nas costas italianas de pelo menos 3.000 pessoas, enquanto dezenas de embarcações, muitas em dificuldades, se dirigiam para o país, tirando partido da melhoria das condições climáticas.
A medida, proposta pelo ministro da Proteção Civil e Políticas Marítimas, Nelo Musumeci, e com financiamento inicial de cinco milhões de euros, vai ser aplicada em todo o território nacional durante seis meses.
Itália é abrangida pela chamada rota do Mediterrâneo Central, uma das rotas migratórias mais mortais, que sai da Líbia, Argélia e da Tunísia em direção à Europa, rumo aos territórios italiano e maltês.





