EUA
Homens mais ricos do mundo na primeira fila da tomada de posse de Trump
20 jan, 2025 - 22:13 • Ricardo Vieira
Mark Zuckerberg, Jeff Bezzos, Sundar Pichai e Elon Musk, juntos na cerimónia de confirmação do 47.º Presidente dos Estados Unidos, ouviram Donald Trump anunciar uma "nova era dourada" nos Estados Unidos.
Os mais mais ricos do mundo e líderes de algumas das mais poderosas empresas do planeta marcaram presença nas primeira filas da tomada de posse de Donald Trump como 47.º Presidente dos Estados Unidos.
Na cerimónia realizada dentro de portas, no Capitólio, devido às baixas temperaturas que se fazem sentir em Washington, os holofotes estiveram virados para magnatas como Elon Musk (Tesla), Mark Zuckerberg (Meta), Jeff Bezos (Amazon) e Sundar Pichai (Google), entre outros.
Elon Musk, dono da Tesla, SpaceX e da rede social X, é o homem mais rico do mundo, com uma fortuna avaliada em 433 mil milhões de dólares. Vai ser o responsável pelo novo Departamento de Eficiência Governamental, da Administração Trump.
Jeff Bezos, o fundador da Amazon, ocupa o segundo lugar na lista dos bilionários da revista Forbes, com 239 mil milhões de dólares.
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Mark Zuckerberg, o dono da Meta, que detém as redes sociais Facebook, Instagram, WhatsApp e Threads, soma 211 mil milhões de dólares.
Mais surpreendente foi a presença de Sundar Pichai, CEO do Google, Sam Altman, CEO da OpenAi, Sergey Brin, co-fundador do Google, Tim Cook, CEO da Apple, e Shou Zi Chew, CEO do TikTok.
Joe Rogan, criador de um popular podcast, também foi convidado, algo que não aconteceu com a embaixadora da Ucrânia nos EUA, Oksana Markarova.
A primeira-ministra italiana, Giorgia Meloni, foi a única chefe de Governo europeia na lista de convidados. A China esteve representada ao mais alto nível, pelo vice-presidente.
No seu discurso de tomada de posse, o novo Presidente norte-americano anunciou "uma nova era dourada" nos Estados Unidos. Também declarou emergência nacional e anunciou o envio de tropas para a fronteira com o México para travar a entrada de imigrantes, anúncio o fim da aposta nas energias renováveis e incentivos à exploração de petróleo e a intenção de "retomar" o Canal do Panamá.
- Noticiário das 22h
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