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Trump abre arquivo sobre assassinatos de Kennedy e Martin Luther King

23 jan, 2025 - 21:58 • Ricardo Vieira, com Reuters

"Vai ser tudo revelado", garante o Presidente norte-americano, que assinou uma ordem executiva a desclassificar toda a informação.

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O Presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ordenou esta quinta-feira o fim do segredo e a abertura dos arquivos sobre os assassinatos do ex-presidente John F. Kennedy (JFK), do senador Robert Kennedy e do ativista pelos direitos civis Martin Luther King.

"Vai ser tudo revelado", garantiu Donald Trump, em declarações aos jornalistas.

A ordem executiva assinada pelo novo Presidente é dirigida ao diretor dos serviços secretos e ao procurador-geral dos Estados Unidos.

Devem elaborar um plano nas próximas duas semanas para desclassificar a informação até agora classificada sobre a morte do ex-presidente John F. Kennedy.

Nos casos de Robert Kennedy e de Martin Luther King esse prazo é de 45 dias.

Donald Trump não definiu uma data concreta para a abertura dos arquivos das três personalidades que marcaram a história dos Estados Unidos.

Durante o seu primeiro mandato, Trump já tinha ordenado a divulgação de uma parte substancial da informação sobre o assassinato de John F. Kennedy, que ao longo dos anos tem sido alvo de especulação e de várias teorias alternativas à oficial.

JFK foi morto a tiro durante um desfile, no dia 22 de novembro de 1963. Tornou-se no quarto Presidente dos Estados Unidos da América a ser assassinado. O incidente aconteceu em Dallas, no Texas, e abriu uma ferida no coração do país.

A motivação para o assassinato de JFK, que o FBI e a Comissão Warren concluíram ter sido executado por Lee Harvey Oswald, provoca debate desde então. Oswald acabaria por ser baleado pouco depois do ataque, morrendo já sob custódia da polícia.

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