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MNE chinês condena Israel por ignorar Direito Internacional

19 jun, 2025 - 07:36 • Lusa

Esta semana, a China expressou "profunda preocupação" com o agravamento do conflito entre Israel e Irão, apelando a "medidas imediatas para acalmar as tensões".

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O chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, condenou hoje Israel por "ignorar o Direito Internacional" e provocar "uma escalada abrupta das tensões no Médio Oriente", durante uma conversa por telefone com os homólogos do Egito e de Omã.

Em conversa com o chefe da diplomacia egípcia, Badr Abdelatty, Wang apelou a um consenso e a ações conjuntas por parte da comunidade internacional, "em especial entre os países da região", segundo um comunicado do Ministério dos Negócios Estrangeiros chinês.

O ministro chinês reiterou o apelo a um cessar-fogo e à redução das tensões entre Israel e o Irão, e afirmou que a China está disposta a trabalhar com o Egito para melhorar a comunicação e a coordenação com os organismos multilaterais - como as Nações Unidas - e a envidar os esforços necessários para promover conversações de paz e reconciliação.

Num tom semelhante, Wang Yi disse ao homólogo de Omã, Sayyid Badr bin Hamad bin Hamood Albusaidi, que Israel violou "a soberania e segurança do Irão".

O chefe da diplomacia chinesa manifestou ainda o apoio de Pequim à declaração conjunta emitida por 21 países árabes, incluindo Omã, e expressou confiança em que essas nações se mantenham unidas e persistam nos esforços para levar as partes envolvidas ao diálogo.

Esta semana, a China expressou "profunda preocupação" com o agravamento do conflito entre Israel e Irão, apelando a "medidas imediatas para acalmar as tensões".

Pequim, parceiro próximo de Teerão, reiterou que "a força não pode trazer uma paz duradoura" e assegurou que "continuará a manter comunicação com as partes relevantes, promovendo a paz e o diálogo".

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