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EUA apelam à China para travar encerramento do Estreito de Ormuz

22 jun, 2025 - 19:32 • Fábio Monteiro com Reuters

Marco Rubio pediu à China que convença o Irão a não encerrar o Estreito de Ormuz, após ataques dos EUA a instalações nucleares iranianas.

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O Secretário de Estado norte-americano, Marco Rubio, apelou este domingo à China para que desincentive o Irão a encerrar o Estreito de Ormuz.

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A declaração de Rubio foi feita no programa "Sunday Morning Futures with Maria Bartiromo", da Fox News, depois de a televisão estatal iraniana Press TV ter noticiado que o Parlamento do Irão aprovou uma medida para encerrar o Estreito de Ormuz, por onde passa cerca de 20% do tráfego global de petróleo e gás.

"Incentivo o governo chinês, em Pequim, a falar com eles sobre isso, porque dependem muito do Estreito de Ormuz para o seu petróleo", afirmou Rubio, que acumula as funções de conselheiro de segurança nacional.

"Se o fizerem, será outro erro terrível. Será suicídio económico para eles. Temos opções para lidar com isso, mas outros países também devem estar atentos. Prejudicará muito mais outras economias do que a nossa", acrescentou.

Rubio salientou que um eventual bloqueio do Estreito seria uma escalada grave e justificaria uma reacção por parte dos Estados Unidos e de outros países.

Fontes oficiais norte-americanas revelaram que os ataques recentes "aniquilaram" os principais locais nucleares iranianos com recurso a 14 bombas antibunker, mais de duas dezenas de mísseis Tomahawk e mais de 125 aeronaves militares.

Teerão prometeu defender-se. Rubio advertiu que qualquer retaliação seria "o pior erro que alguma vez cometeram".

Apesar das ameaças, o Secretário de Estado dos EUA garantiu que Washington continua disposto ao diálogo com o Irão.

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  • Agora
    22 jun, 2025 Querem é lamber as ferids 18:39
    Com o prejuizo, tanto para a China como para outros países que certamente não ficariam de braços cruzados, e com o poder militar iraniano fortemente debilitado, o Irão fechar o estreito de Ormuz, é por-se em bicos de pés para novo ataque ao qual não tem força militar para responder.

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