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Rússia faz maior ataque de drones a Kiev desde o início da guerra

04 jul, 2025 - 08:14 • Lusa

Foram mais de 500 drones lançados contra a Ucrânia, durante esta madrugada.

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A Rússia lançou esta madrugada de sexta-feira 11 mísseis e 539 drones, incluindo dispositivos de ataque não tripulados Shahed e réplicas, contra a Ucrânia, num ataque que começou logo após uma conversa telefónica entre Donald Trump e Vladimir Putin.

O Presidente dos Estados Unidos ligou ao seu homólogo russo e depois do telefonema disse que estava "infeliz" com conversa, que não resultou em "nenhum progresso" na direção de uma solução negociada para acabar com a guerra.

As defesas aéreas ucranianas conseguiram neutralizar 478 dos drones e mísseis no ataque, que visou principalmente Kyiv.

Entre os mísseis utilizados encontram-se um hipersónico Kinzhal e seis balísticos Iskander-M ou a sua variante norte-coreana, KN-23.

Nove dos mísseis e 63 drones atingiram os alvos, de acordo com a força aérea ucraniana, um número de acertos superior ao habitualmente registado.

O ataque ocorre pouco depois de os Estados Unidos terem suspendido a entrega de mísseis de defesa aérea Patriot à Ucrânia, justificando a decisão com a necessidade de terem de avaliar os níveis dos seus próprios 'stocks' de armas.

O som das explosões dos mísseis e drones russos e das defesas aéreas ucranianas foi ouvido durante grande parte da madrugada na capital ucraniana, testemunhou a agência EFE.

Mais de 20 pessoas ficaram feridas em Kyiv durante o ataque, de acordo com o presidente da câmara, Vitali Klichko, que também anunciou o registo de danos em vários bairros da capital.

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  • Trastes
    04 jul, 2025 Russos e camones 10:06
    Quais as fábricas de armas, quarteis ou objectivos militares ucranianos importantes, que foram destruídos? NENHUM! Porque os ataques visaram estruturas e alvos civis. É que quando os russos tentam atacar objetivos militares, levam que contar, como aconteceu no ataque à base aérea ucraniana e que quase todos os misseis e drones foram destruídos e os danos insignificantes. Agora do que não restam dúvidas é de qual será o maior traste aqui: Putin, que manda atacar e depois diz que Está pronto para negociar a PAZ - desde que lhe deem tudo o que ele quer - , ou Trump, que rompe com palavras dadas, corta fornecimentos de armas acordados, e depois diz que está "infeliz" com o andamento das coisas... Se a Ucrânia, ao ver que os EUA são quase inúteis, denunciar o acordo de minerais e virar-se para a Europa, aí é que ele, Trump, vai ficar "infeliz" de todo.

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