13 set, 2025 - 22:55 • Redação
Erika Kirk, viúva do ativista conservador Charlie Kirk, fez este sábado a sua primeira declaração pública após a morte do marido, baleado durante um evento universitário no Utah.
Visivelmente emocionada, agradeceu aos socorristas e disse: “A voz do meu marido permanecerá”.
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Kirk, de 31 anos, foi morto na quarta-feira enquanto participava numa sessão ao ar livre na Utah Valley University. O suspeito do ataque, Tyler Robinson, entregou-se às autoridades na noite seguinte e está sob custódia.
O discurso de Erika Kirk foi transmitido em direto a partir da sede da organização Turning Point USA, no Arizona, num cenário marcado por simbolismo. A câmara iniciou a transmissão focada na cadeira vazia usada por Charlie nos episódios do seu podcast. A viúva surgiu ao lado da cadeira, proferindo uma oração em silêncio antes de iniciar a intervenção.
“Presidente, o meu marido amava-o. E sabia que o senhor também o amava”, disse, dirigindo-se a Donald Trump, a quem também agradeceu o apoio, tal como ao vice-presidente JD Vance e à sua esposa, Usha, por acompanharem o caixão até ao Arizona.
“Mas, acima de tudo, o Charlie amava os filhos. E amava-me. Com todo o coração. E certificava-se de que eu soubesse disso todos os dias”, afirmou.
Erika Kirk, de 36 anos, descreveu ainda o impacto pessoal e político da tragédia.
“Aqueles que fizeram isto não imaginam o fogo que acenderam nesta mulher. O choro desta viúva ecoará pelo mundo como um grito de guerra”, disse.
A viúva garantiu que a missão do marido irá continuar, incluindo a digressão universitária e o podcast que Kirk apresentava. Durante a transmissão, revelou também que enfrenta dificuldades em explicar aos filhos, de um e três anos, a morte do pai.
“Querida, o pai ama-te muito. Não te preocupes. Está numa viagem de trabalho com Jesus”, disse à filha.