Ouvir
  • Noticiário das 16h
  • 18 jul, 2026
A+ / A-

Microsoft desmantela rede de 340 sites ligados a serviço de phishing nigeriano

16 set, 2025 - 23:58 • Reuters

Microsoft desmantelou uma rede de 340 sites ligados a um serviço de subscrição de phishing, com origem na Nigéria, que permitia o roubo de credenciais de utilizadores.

A+ / A-

A Microsoft anunciou esta terça-feira que apreendeu cerca de 340 sites associados ao serviço de phishing Raccoon0365, uma operação com origem na Nigéria que facilitava ataques de roubo de credenciais a partir de plataformas falsas de login da Microsoft.

Já segue a Informação da Renascença no WhatsApp? É só clicar aqui.

A empresa obteve uma ordem judicial do tribunal distrital de Manhattan para confiscar os domínios utilizados pelo serviço, que permitia realizar campanhas massivas de phishing, em alguns casos com milhares de e-mails enviados de uma só vez.

Segundo Steven Masada, conselheiro jurídico da Unidade de Crimes Digitais da Microsoft, a plataforma operava através de um canal privado no Telegram, com mais de 850 subscritores.

O serviço Raccoon0365, ativo desde Julho de 2024, gerou pelo menos 100 mil dólares (cerca de 93.500 euros) em pagamentos em criptomoedas, segundo o mesmo responsável, que publicou um artigo no blogue oficial da empresa.

"Os cibercriminosos não precisam de ser sofisticados para causar danos generalizados", afirmou Steven Masada. "Ferramentas simples como o Raccoon0365 tornam o cibercrime acessível a praticamente qualquer pessoa, colocando milhões de utilizadores em risco."

O principal responsável pela operação foi identificado como Joshua Ogundipe, residente na Nigéria.

De acordo com a Microsoft, os utilizadores do serviço dirigiram ataques a uma vasta gama de sectores, incluindo organismos públicos, empresas privadas e instituições de saúde.

Tópicos
Ouvir
  • Noticiário das 16h
  • 18 jul, 2026
Comentários
Tem 1500 caracteres disponíveis
Todos os campos são de preenchimento obrigatório.

Termos e Condições Todos os comentários são mediados, pelo que a sua publicação pode demorar algum tempo. Os comentários enviados devem cumprir os critérios de publicação estabelecidos pela direcção de Informação da Renascença: não violar os princípios fundamentais dos Direitos do Homem; não ofender o bom nome de terceiros; não conter acusações sobre a vida privada de terceiros; não conter linguagem imprópria. Os comentários que desrespeitarem estes pontos não serão publicados.

Vídeos em destaque