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Médio Oriente

Paz, esperança e alívio. Marcelo, Costa e Guterres saúdam a libertação de reféns

13 out, 2025 - 14:44 • Redação, com Lusa

Figuras portuguesas na política nacional e internacional celebram a libertação dos 20 reféns vivos mantidos em Gaza, seis dos quais com ligações a Portugal.

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Marcelo Rebelo de Sousa, António Costa e António Guterres saudaram esta segunda-feira a libertação dos reféns israelitas em Gaza, entre os quais os seis com ligações a Portugal, e esperam pelos passos seguintes do plano de paz.

O Hamas já libertou os 20 reféns vivos mantidos em Gaza, sete dos quais ao início da manhã desta segunda-feira e os restantes 13 foram libertados algumas horas depois, que foram entregues à Cruz Vermelha Internacional. As figuras portuguesas na política nacional e internacional partilham uma sensação de paz, esperança e alívio.

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O Presidente da República sublinhou "a importância deste primeiro passo a caminho de uma paz justa e duradoura", lê-se numa nota publicada no site oficial da Presidência.

O chefe de Estado acrescentou ainda que "espera que os passos seguintes se materializem como previsto no Plano de Paz do Presidente Trump e que seja finalmente possível que os dois Estados e os povos da região possam finalmente ver o futuro com esperança e em paz". Marcelo celebrou ainda a liberdade dos reféns "nacionais portugueses".

Já o presidente do Conselho Europeu, António Costa, descreveu a libertação dos reféns pelo grupo islamita Hamas como um "momento de esperança", esperando que se abra um "caminho para a paz" em Gaza. "Todos os reféns israelitas vivos estão agora livres e finalmente reunidos com as suas famílias após mais dois anos de dor insuportável."

Costa vai representar a União Europeia (UE) esta segunda feira na "cimeira da paz" no Egipto para o cessar-fogo para Gaza, na presença de dezenas de líderes europeus e árabes.

O secretário-geral das Nações Unidas, António Guterres, recebeu esta notícia com "grande satisfação", apelando à entrega dos restos mortais dos reféns que acabaram por morrer. "Sinto um profundo alívio por terem recuperado a sua liberdade e por, em breve, poderem reunir-se com os seus entes queridos após o sofrimento."

Guterres pede, por isso, que se termine com o "pesadelo em Gaza" e que se honrem compromissos, garantindo o apoio e "todos os esforços com vista ao fim do conflito em Gaza".

Também o ministro de Estado e Negócios Estrangeiros português, Paulo Rangel, aplaudiu o "fim do terror absoluto" numa mensagem publicada na rede social X (antigo Twitter).

Rangel descreve este momento como "um ato da mais pura justiça que é também um passo indispensável para a Paz".

A troca de reféns israelitas por prisioneiros palestinianos foi acordada na semana passada durante as negociações que decorreram igualmente no Egipto, sob patrocínio dos Estados Unidos da América (EUA), Turquia, Qatar e Arábia Saudita.

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