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Plano de paz: Trump pressiona Ucrânia a responder na próxima semana

21 nov, 2025 - 16:30 • Ricardo Vieira, com Reuters

Presidente norte-americano considera que quinta-feira da próxima semana é o prazo adequado para Volodymyr Zelensky aceitar uma proposta de paz apoiada por Washington.

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O Presidente dos Estados Unidos dá à Ucrânia até à próxima quinta-feira, 27 de novembro, para responder sim ou não ao plano de paz para acabar com a guerra com a Rússia.

Donald Trump considera, numa entrevista divulgada hoje, que quinta-feira é prazo adequado para o governo de Volodymyr Zelensky aceitar uma proposta de paz apoiada por Washington.

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“Já defini muitos prazos, mas, quando as coisas estão a correr bem, tende-se a prolongá-los. Mas consideramos que quinta-feira é um momento oportuno”, disse Trump ao programa The Brian Kilmeade Show, da Fox News Radio.

Washington apresentou à Ucrânia um plano com 28 pontos, com condições que incluem a cedência de mais território, a redução do tamanho das suas forças armadas e a proibição de aderir à NATO.

"Um dos momentos mais difíceis da nossa história"

O Presidente da Ucrânia, Volodymyr Zelensky, disse esta sexta-feira que o país enfrenta um dos mais difíceis momentos da sua história.

Numa comunicação à nação, o chefe de Estado ucraniano admitiu que o país está perante uma escolha muito difícil: perder a dignidade ou um parceiro fundamental, numa aparente referência aos Estados Unidos e à sua proposta de paz com a Rússia.

No entanto, Zelensky promete aos ucranianos que não vai trair a Ucrânia e anuncia que vai propor alternativas à administração Trump.

A agência Reuters, citando fontes próximas do processo, garante que o Presidente Ucraniano já conversou ao telefone com o vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance.

O porta-voz do Kremlin afirmou, esta sexta-feira de manhã, que a Rússia ainda não recebeu o novo plano americano para a paz com a Ucrânia.

A Rússia continua a avançar no campo de batalha e a bombardear o sistema energético ucraniano com mísseis e drones.

Simultaneamente, a Ucrânia enfrenta uma crise política interna relacionada com uma vasta investigação por corrupção envolvendo altos responsáveis e elites empresariais.

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  • Não aceites
    21 nov, 2025 Zelensky 18:02
    Pelo contrário, a resposta a Trump e á Rússia é simples: NÃO! A Rússia nunca se contentaria com 20% da Ucrânia e viria sempre em busca do resto, principalmente se Zelensky fosse louco para reduzir o exército e desistir da NATO. E chegou o momento da Ucrânia avaliar se vale a pena continuar a considerar os EUA como aliado principal, ou apenas um dos aliados que não o principal, e virar-se para os aliados que não fazem ultimatos destes, como França, Alemanha, Inglaterra, entre outros. E não esquecer que os EUA continuam interessados no acordo de minerais, que apesar de alinhavado, pode ser denunciado pela Ucrânia em qualquer altura. E vendo bem, Trump está a 2,5 anos de sair de lá!

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