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Ativismo

Greta Thunberg libertada após detenção num protesto pró-Palestina em Londres

23 dez, 2025 - 17:07 • Redação

Greta Thunberg foi detida por exibir um cartaz em apoio a uma organização proibida com a frase: “Apoio os prisioneiros da Palestine Action. Oponho-me ao genocídio”. A ativista sueca fica em liberdade sob fiança até março de 2026.

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Greta Thunberg já foi libertada após ter sido detida esta terça-feira durante um protesto pró Palestina, em Londres, no Reino Unido.

O grupo de prisioneiros sediados no Reino Unido afirmou que a ativista sueca foi detida ao abrigo da Lei do Terrorismo por segurar, nas ruas de Londres, um cartaz com a frase: “Apoio os prisioneiros da Palestine Action. Oponho-me ao genocídio”.

O governo britânico classificou a Palestine Action como um grupo terrorista.

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O momento em que a ativista foi levada pela polícia britânica foi registado com imagens da Sky News. A polícia da cidade de Londres disse que Thunberg ficou em liberdade sob fiança até março de 2026.

A polícia referiu anteriormente que outras duas pessoas tinham sido detidas por atirarem tinta vermelha a um edifício. Um porta-voz acrescentou que uma mulher de 22 anos compareceu posteriormente no local e foi detida por exibir um cartaz em apoio a uma organização proibida.

O grupo "Prisoners for Palestine" afirmou que o edifício foi visado por ser utilizado por uma seguradora que, segundo o grupo, presta serviços ao ramo britânico da empresa israelita de defesa Elbit Systems. A seguradora não respondeu de imediato a um pedido de comentário.

Quatro ativistas da organização Palestine Action mantêm uma greve de fome em prisões do Reino Unido, numa ação que já se tornou a mais prolongada nas cadeias britânicas desde a greve protagonizada por presos do IRA em 1981.

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  • Idi
    24 dez, 2025 ota útil 14:19
    As aventuras da "idiota útil" ... Num jornal perto de si...

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