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Guerra na Ucrânia

Alarmes ainda soam em Kiev. Ataques russos deixam população presa em casa sem aquecimento

27 dez, 2025 - 00:35 • Daniela Espírito Santo , Jaime Dantas com Reuters

Ataques russos provocaram pelo menos um morto e 28 feridos. A ação ocorre dois dias antes do encontro de Volodymyr Zelensky com Donald Trump, nos Estados Unidos.

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A capital ucraniana, Kiev, foi alvo de fortes ataques russo esta madrugada, com explosões a serem ouvidas na cidade, defesas aéreas em operação e o exército ucraniano a afirmar que estava a ser preparado o lançamento de mísseis.

Quase 10 horas depois, ainda vigora em Kiev o alerta para os ataques russos em larga escala. É uma informação avançada pela primeira-ministra da Ucrânia, a sublinhar que a população ainda não está autorizada a sair às ruas da capital.

Em consequência, o ministro dos Negócios Estrangeiros cerca de um terço da cidade está sem aquecimento, numa altura em que o país vive um forte inverno. Mais de 320 mil casas estão sem energia, dizem as autoridades, citadas pela Reuters.

Há, pelo menos, uma vitima mortal e 28 feridos na sequência destes ataques.

A ação russa ocorreu dois dias antes do encontro do Presidente ucraniano, Volodymyr Zelensky, com Donald Trump, nos Estados Unidos. O encontro serve para acertar os detalhes de um acordo para pôr fim à guerra de quase quatro anos entre a Rússia e a Ucrânia.

Testemunhas citadas pela agência Reuters garantem que as defesas aéreas já estão em ação na cidade e os canais não oficiais do Telegram relatam várias explosões ouvidas na capital ucraniana.

De acordo com Volodymyr Zelensky, estiveram no ataque cerca de 500 drones e 40 mísseis.

Um canal militar do Telegram afirmou que mísseis de cruzeiro e balísticos estavam a ser posicionados na cidade.

Entretanto, a Agência Polaca de Serviços de Navegação Aérea anunciou o encerramento temporário dos aeroportos de Rzeszow e Lublin, no sudeste da Polónia depois das forças armadas polacas colocarem nos espaço aéreo caças devido ao ataque russo deste sábado.

[Notícia atualizada às 11h15 do dia 27 de dezembro]

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  • O ideal
    28 dez, 2025 não se faz 11:32
    Muitos dos civis ucranianos já tem em casa mini geradores para estes casos, e há areas comunitárias com aquecimento para banhos e refeições, que funcionam a 100%, sem contar que as equipas de reparação conseguem na maior parte dos casos reparar em 24 h os estragos causados pelos câes russos. Claro que o melhor era um cinturão de proteção anti-aereo a 100%, acompanhado de misseis de longo alcance para contra-atacar os lugares de onde partem os misseis russos, mas como por hesitações do Ocidente, leia-se Europa que como os EUA deixou de se poder contar, isso não é possivel... Resta fazer-se o que se pode

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