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40º Aniversário da adesão à CEE

Entrada de Portugal na UE foi uma "escolha estratégica" que modernizou o país, diz Montenegro

01 jan, 2026 - 17:34 • Lusa

40 anos depois da integração na União Europeia, o primeiro-ministro defende que Portugal "encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia". Já Marcelo considera que foi "uma das grandes conquistas do 25 de Abril".

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O primeiro-ministro, Luís Montenegro, defende que a adesão de Portugal à União Europeia (UE), há 40 anos, foi uma "escolha estratégica" que consolidou a democracia, abriu a economia e modernizou o país.

Numa mensagem publicada na rede social X (antigo Twitter), o primeiro-ministro assinalou que Portugal se tornou "membro pleno" da então Comunidade Económica Europeia (CEE) há 40 anos.

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Luís Montenegro afirmou que Portugal "encontrou um novo sentido para a sua vocação europeia" e que "essa escolha estratégica permitiu que o país se desenvolvesse, crescesse e convergisse no espaço europeu".

"Consolidou também a nossa democracia, abriu a economia, modernizou o país e projetou-nos na Europa e no mundo. Hoje, na UE, continuamos a trabalhar para um Portugal mais próspero e para uma União mais forte e mais coesa".

"Pelo futuro de Portugal e pelo sucesso da UE", acrescentou o chefe do Governo PSD/CDS-PP.

Já o Presidente da República considerou que a integração europeia foi "uma das grandes conquistas do 25 de Abril" e que, passados 40 anos, Portugal mantém um "compromisso inabalável" com a União Europeia (UE).

"Ao longo destas quatro décadas, Portugal percorreu o caminho da consolidação democrática, beneficiando das enormes vantagens da pertença à UE, como modernização económica, desenvolvimento, estabilidade e reforço da mobilidade dos cidadãos. A integração europeia foi, por isso, uma das grandes conquistas do 25 de Abril", sustenta o chefe de Estado.

O Presidente da República defende que Portugal "ofereceu também um contributo importante, trazendo uma perspetiva única de abertura e conexão com diferentes geografias, promoção das políticas de coesão e defesa do mercado único".

Segundo Marcelo Rebelo de Sousa, "quarenta anos depois, Portugal e os portugueses mantêm um compromisso inabalável para com a União Europeia".

O tratado de adesão de Portugal à então CEE foi assinado em 12 de junho de 1985 por Mário Soares e também pelo vice-primeiro-ministro do Governo PS/PSD, Rui Machete, e pelos ministros dos Negócios Estrangeiros, Jaime Gama, e das Finanças, Ernâni Lopes.

Horas depois, realizava-se em Madrid idêntica sessão, para a entrada de Espanha na CEE.

Quando o tratado entrou em vigor, a 1 de janeiro de 1986, já estava em funções o Governo do PSD chefiado por Aníbal Cavaco Silva, que iria governar durante dez anos.

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