04 jan, 2026 - 09:31 • Beatriz Pereira com Reuters
A polícia suíça informou, este domingo, que identificou mais 16 das vítimas do incêndio num bar na véspera de Ano Novo, que fez 40 mortos e 119 feridos, naquele que foi considerado um dos piores desastres da história recente do país.
Entre os identificados, estão dez suíços (quatro mulheres, uma de 18 anos, duas de 15 e uma de 14; seis homens de 31, 20, 18, 17 e dois de 16 anos); dois italianos de 16 anos, uma pessoa com dupla nacionalidade (Itália e Emirados Árabes Unidos) de 16 anos, um romeno de 18 anos, um francês de 39 anos e um turco de 18 anos. Os nomes não foram divulgados.
A polícia já identificou 24 das pessoas que morreram neste incêndio, que aconteceu na estância de montanha de Crans-Montana, no sul da Suíça.
Há uma mulher de nacionalidade portuguesa que continua desaparecida, mas segundo o secretário de Estado das Comunidades, ainda não foi possível confirmar se estava em Crans-Montana na altura da tragédia.
A Renascença apurou, junto de fonte da família, que a jovem desaparecida tem 22 anos e reside na Suíça.
O incêndio que destruiu o bar terá tido origem em velas pirotécnicas erguidas demasiado perto do teto. Duas pessoas que administravam o bar estão a ser investigadas criminalmente por suspeita de crimes que incluem homicídio por negligência.