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Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud

10 jan, 2026 - 14:13 • Lusa

Devido aos combates, segundo o Governo, há mais de 160.000 pessoas deslocadas.

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Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
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Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA
Exército sírio anuncia fim da operação contra milícias curdo-árabes em Seij Masud. Foto: Bilal Al-hammoud/EPA

O exército da Síria anunciou o fim das atividades militares no bairro de Seij Masud, na província de Alepo, palco até este sábado de fortes confrontos com as milícias curdo-árabes das Forças Democráticas Sírias (FDS).

Os confrontos aumentaram a tensão nas últimas semanas nas negociações infrutíferas entre as autoridades sírias e esta formação armada, considerada como o exército ‘oficial’ da região autónoma do nordeste da Síria, e que se recusa a integrar completamente na nova estrutura nacional de segurança dirigida pelo Presidente e antigo líder extremista Ahmed al Shara.

Devido aos combates, segundo o Governo, há mais de 160.000 pessoas deslocadas.

Em comunicado, o exército declarou o fim das operações às 15:00 locais (11:00 em Lisboa), horas depois de anunciar ter concluído o seu destacamento na zona para iniciar uma operação de busca de elementos das FDS e das forças de segurança policiais curdas, os Asayish.

As FDS ainda não reagiram a este anúncio, mas, por enquanto, não deram por terminados os combates. Há apenas uma hora, o porta-voz das FDS, Farhad Shami, assegurava na sua conta no X que as forças curdas continuavam a sua “resistência heróica pelo quinto dia consecutivo contra os ataques bárbaros levados a cabo por milícias afiliadas ao governo de Damasco, com o apoio e respaldo dos drones turcos ‘Bayraktar'”.

“Neste contexto, o bairro está a ser palco de intensos e contínuos confrontos com as milícias do governo de Damasco, que resultaram na destruição de dois veículos blindados pertencentes a essas milícias”, indicou.

O porta-voz alertou também que o exército sírio está a realizar ataques indiscriminados contra o hospital Jaled Fajr, “lotado de civis feridos, numa escalada perigosa que ameaça a vida de civis e pessoal médico, com o apoio direto de veículos aéreos não tripulados turcos”.

Por outro lado, o exército sírio assegurou ter sob o seu controlo o centro médico e que os combatentes das FDS entrincheirados no hospital “serão transferidos para a cidade de Tabqa” e que “as suas armas serão apreendidas”.

“O exército começará a entregar todas as instalações sanitárias e governamentais às instituições estatais e vai retirar-se gradualmente das ruas do bairro”, indica-se no comunicado militar, divulgado pela Syria TV.

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